quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A crise financeira e a contratação nas agências

Com a crise diminuem-se os investimentos e profissionais são demitidos. Algumas agências já anunciaram cortes em seus quadros, como foi o caso da DM9DDB, McCann-Erickson, Hello e Eugenio. Outras como a a holding WPP (que inclui Young & Rubicam, Ogilvy e JWT, entre outras) determinou o congelamento das contratações até que o horizonte se torne mais favorável.

São consideradas solo fértil para as novas contratações a economia do País - hoje bem mais sólida do que no passado recente - e a manutenção do planejamento por parte da maioria dos clientes, pelo menos enquanto não se sabe a intensidade das turbulências externas. Assim, na F/Nazca Saatchi&Saatchi, só na última semana, foram feitas cinco contratações (para as áreas de mídia, criação e atendimento). A conquista da Fit Residencial, empresa que entrou para a carteira da agência em junho, e as contas da Claro e da Skol estão por trás da movimentação. "Não sentimos efeito direto nem indireto da crise", afirma Ivan Marques, sócio-diretor da F/Nazca.

Em Brasília a Fischer América anunciou a chegada de cinco novos profissionais sêniores para o seu escritório, movida pela renovação do contrato com a Caixa Econômica Federal.

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